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terça-feira, 4 de novembro de 2008

Billy Joel - In The Middle Of The Night

Meio da noite

Tudo, o que eu preciso.

Sempre precisei.

Tudo o que eu desejo.

Tudo o que eu sonhei.

És tudo o que eu preciso,

Rainha da noite…

Mãe da ilusão,

Aqui eu me perdi, aqui eu me despenhei.

Aqui quebrei o meu coração.

Foi no meio da noite,

Que erraste e eu errei,

Foi no meio da noite,

Que eu me apaixonei.

A Solidão já era adita.

Furaste as malhas da ferida…

No meio da noite,

Quebraste o meu coração,

Conheci a desilusão,

Mas de rosa te pintei, pintei e continuei.

Continuei pelas malhas,

Continuaste a querer,

Ir pelo podre da noite,

E eu aprender a morrer.

Eu fui um errante,

Mas só quis ser amante,

Dei-te a mais bela lua,

E recebi a deusa nua.

Impossible Prince

O Último Respiro

Fiz as malas e parti,
Comecei uma nova luta e segui,
Quis um novo caminho,
E assim fiz.
Na última noite eu caminhei,
Sem a tua sombra,
Sem a escuridão,
Sem lua e sem ilusão.
A última vez que te vi,
Constatei…
Perdi a inocência,
Perdi o meu amor,
Perdi a coerência,
De como sentir a dor.
A última vez que te vi,
Sonhei…
Eras só aquele corpo,
Aquele abraço,
Aquela protecção,
Aquele desejo, aquela paixão.
Ganhei nova luz,
Ganhei cor,
Sem desilusão, sem medo,
Sem passado nem segredo.
A última vez que te vi,
Amei…
Assim fizemos amor,
Assim foi a despedida,
Apenas no sonho, na ilusão,
Foi perfeito, o deixar a escuridão.
A última vez que te vi,
Pequei…
Pequei por amor,
Pequei por sonhar,
Pequei, não matei o petiz,
Pequei, por não ser, eu, feliz.
A última vez que te vi,
Respirei, sonhei, aprendi, fiz.
Comecei a despedir, encontrei a verdade,
Comecei a aceitar, a respirar a saudade,
O Petiz se foi, o coração bateu,
O último respiro para crescer, morreu e renasceu.
Impossible Prince

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Claude Michel Schonberg - Le Premier Pas

O Primeiro Passo Existe sempre um primeiro passo para perdoar, para amar, para abraçar... Dá-se o primeiro passo também para errar, para ofender, para magoar.

É neste exato momento que precisamos observar quais destes passos realmente valem a pena. Talvez um novo amor, uma nova aventura, ou mesmo um novo desafio.

Se valerem a pena, por que não? Por que não se arriscar, avançando em direção ao ideal?

Mas se no fim das contas, a avaliação for negativa, o melhor mesmo é não andar. Nenhum passo deve ser dado, pois é preferível ficar parado a andar na direção errada. Isto é perder-se.

Cláudia Banegas

domingo, 14 de outubro de 2007

Rudyard Kipling

Joseph Rudyard Kipling (Bombaim, Índia, 30 de Dezembro de 1865 - 18 de Janeiro de 1936) foi um escritor britânico. Em 1907 ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Foi educado em Bideford, na Inglaterra. Em 1882 voltou à Índia, onde trabalhou para jornais britânicos. Começou sua carreira literária em 1886 e tornou-se conhecido como escritor de contos. Foi o poeta do Império Britânico e seus soldados, que retratou em vários contos, alguns deles reunidos no volume Plain Tales from the Hills', de 1888. Em 1894 lançou O livro da selva, que se tornou internacionalmente um clássico para crianças, também conhecido pelo seu personagem principal, o pequeno Mowgli. Muito conhecido também é um de seus poemas, "If" (Se), no qual um pai dá conselhos a seu filho sobre como ser um homem de bem. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Se Se podes conservar a serenidade quando todos à tua volta A estão perdendo e censurando-te por isso; Se podes confiar em ti próprio quando todos duvidam de ti, Mas aceitando, também, a sua dúvida; Se podes esperar, sem que a demora te canse; Ou, sendo caluniado, não corresponder com ódio, E, contudo, não parecer bom demais, nem presumir de sábio; Se podes sonhar – e não fazer do sonho o teu senhor; Se podes pensar – e não fazer do pensamento o teu alvo; Se podes afrontar o Triunfo e a Derrota E tratar esses dois impostores da mesma maneira; Se podes resignar-te a ouvir a verdade que tens proclamado Desfigurada por tratantes para fazer uma armadilha de tolos; Ou ver desfeitas as coisas a que consagraste a tua vida E, submisso, construí-las de novo com ferramentas gastas; Se podes fazer um monte de todos os teus ganhos E arriscá-los num lance de “moeda ao ar”, Perder, e voltar outra vez ao príncipio, E nunca soltar um queixume acerca da tua perda; Se podes forçar o coração, os nervos e os músculos Para servir o teu fim, muito depois de eles se terem esgotado, E assim perseverar, quando em ti já nada existe, A não ser a Vontade que lhes diz: “Continuem!”; Se consegues falar com a multidão e manter a tua virtude, Ou privar com Reis – sem deixar de ser simples; Se nem inimigos nem amigos queridos conseguem magoar-te; Se todos os homens contam contigo, mas nenhum mais do que outro; Se podes preencher o implacável minuto Com o valor de sessenta segundos de caminho percorrido, É tua a Terra e tudo o que ela contém E – o que é mais – serás um Homem, meu filho! RUDYARD KIPLING (tradução de Pedro Mayer Garção)

sábado, 13 de outubro de 2007

Poema de um Amigo

Quero Luz! Existe um lugar escondido, entre o dia e a noite.
É onde fico perdido, onde inicio esta revolta, onde choro,
mas organizo a bíblia sagrada feita por mim e para seguir por mim mesmo. A noite e a escuridão, fazem parte de um sofrimento,
um estado de alma num lugar escondido, perdido.
Se é sangue que choro, se este estado é permanente na noite,
Então eu sou o meu vampiro, o dono desta alma,
Pela qual vivo, uma alma de luto.
Continuo, a querer deixar esta escuridão, a lutar por encontrar a luz,
De dia luto para manter algo que ainda não tenho e de noite? Procuro o alimento, minhas lágrimas de sangue...Eu.
Uma alma ferida, mas sonhadora.
Um corpo cansado, mas lutador.
Lágrimas de sangue, lágrimas efémeras. Um preso que grita por liberdade. Simples mortal, procura felicidade.
Quero me libertar de tudo isto, e para isso continuarei a lutar,
Quero secar o sangue da minha alma, quero o descobrir e seguir em frente.
Quero me alimentar não desse sangue, desse escuro, mas sim da força, da luz.
Adeus escuridão, alma que choras o meu sangue, adeus luto, quero te ver anjo,
Quero luz!
NewImpossiblePrince

Poema de um Amigo

Voltando ao luto Vesti o meu casaco negro,
O meu fato cinza, em tons escuros me vestindo, fui lutando.
Sonhei com um certo raio de luz cantado por uma diva,
Acreditei nele, mas para quê? Voltei ao negro, ao luto.
Sorri mais que o esperado, para um ser como eu,
Lutei mais do que eu mesmo um dia esperei,
Lutei, lutei, mas a luz voltou a fechar-se, disse adeus ao azul e vermelho,
Vesti-me de negro, voltei ao luto.
A Esperança que me corria no sangue, tornou-se no vinho,
O vinho que de mim bebi, saboreei, juntei com o sabor salgado de uma lágrima,
Meu corpo, está agora vazio, cansado,
Um corpo, uma alma de luto.
Qualquer um me diz, que ainda há luz,
Para voltar a usar o branco, o vermelho e o azul,
Colocar meu sorriso, meu escudo, mas estou aqui, de novo de negro,
De novo, voltando ao luto.
NewImpossiblePrince

Poema de um Amigo

Limbo Existem pontos sem retorno, mas também existem pontos de retorno, onde o escuro se funde com a luz, onde o limbo se encontra com o nirvana ambos filhos de uma inquietude e receio que os caracteriza. O toque dos acessórios, o toque material, funde-se com a permissão que ofereço ao meu ser, permitindo a minha alma se fundir com o seu, meu, nosso, vosso corpo material e aí sim gozarem ao máximo o limbo! Para muitos o limbo é utópico, mas para a fusão do meu corpo com a minha alma não é mais. A dominação, submissão não está só na atitude, como também na mente, fala-se nestes pólos de poder quando se está na construção do caminho para o limbo. O toque de algo, daquele tecido que só nós reconhecemos, o teu toque, seja físico, seja em espírito, permite a entrega total, o controle dos medos, esquecer o sexo, as complicações do quotidiano, as drogas, físicas, leves ou imaginarias, ou até as controladoras do teu ser, segue em frente, esquece os teus medos, controla os teus receios, aprende, respeita, interioriza o ambiente que desejas, constrói o momento, deixa-te levar, faz o teu momento, deixa-te chegar ao teu limbo! NewImpossiblePrince